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Viagens corporativas: está por dentro das novas medidas em tempos de crise?

Postado em 27/04/2020
Viagens corporativas: está por dentro das novas medidas em tempos de crise?

Viagens corporativas

 

Governo lançou cartilha com uma série de informações que impactam diretamente no setor de viagens corporativas durante a pandemia do coronavírus

 

As economias brasileira e mundial sofrem com a pandemia oriunda do novo coronavírus. Sem poder prever os acontecimentos daqui em diante, o governo federal anunciou recentemente uma cartilha com atualizações de medidas adotadas para setor de turismo brasileiro. Entre os segmentos, as empresas que se valem das viagens corporativas para expandir seus negócios devem ficar atentas.

 

Medidas econômicas, contratuais e restritivas estão entre os pontos atualizados pelo governo para o setor de turismo

 

O anúncio do governo, no último mês de março, impacta em todo setor no Brasil, e com as viagens corporativas não é diferente. A redução de juros, o auxílio econômico às empresas e restrições de entradas no país são algumas das medidas. Acompanhe abaixo:

 

Economia: facilidades na obtenção de crédito para pequenos, micro e médios empresários e redução dos juros anuais são algumas ações adotadas. Para as empresas de turismo corporativo, haverá maior prazo para pagamento de empréstimos e até mesmo o adiamento para as adimplentes. De uma forma geral, em torno de R$ 55 bilhões serão injetados no setor de turismo, beneficiando 150 mil empresas e mais de dois milhões de trabalhadores;

 

Voos: seja para viagens de negócios ou de lazer, o consumidor poderá remarcar os passagens aéreas para os próximos dois meses. Em se tratando de viagens corporativas, o mais indicado é efetuar a remarcação ao invés do cancelamento, mas o procedimento é indicado também para viagens de lazer. Essa é uma forma de não trazer mais prejuízos aos setores aéreo e de turismo.

 

Novas regras: passagens adiadas não terão multa contratual caso o consumidor, viajante corporativo ou não, aceite o valor em crédito para uma nova passagem em 12 meses. Já para os cancelamentos, os reembolsos se darão na medida das condições estipuladas por cada companhia aérea. Isso vale mesmo para passagens do tipo não reembolsável e o valor deve ser devolvido, mediante regras, em até um ano.

 

Restrição de entrada: para as empresas que realizam viagens corporativas ao exterior, ou mesmo para quem está de férias fora do país, é preciso seguir à risca as determinações. Estrangeiros só entram no Brasil de forma excepcional e temporária por 30 dias, sendo monitorados. Para brasileiros fora do país, o Ministério das Relações Exteriores tem atuado para repatria-los, em ação conjunta com Anac, Embratur e companhias aéreas.

 

A Tristar Turismo, como agência de turismo corporativo atuante no segmento, se coloca à disposição de seus clientes e parceiros comerciais para auxiliar e tirar dúvidas, a fim de buscar soluções para um momento tão delicado para todos os setores da economia.

 

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