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Impacto do IRRF no agenciamento turístico

Postado em 17/06/2021

IRRF

Você sabia que, no Brasil, toda remessa feita ao exterior para pagamento de serviços de turismo sofre incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)? E que este valor impacta diretamente na competitividade das agências e nos preços para os consumidores?

O imposto hoje é de 25%, mas ele já foi zerado e reduzido a uma alíquota de 6%. Na nova Medida Provisória do governo, o imposto voltará a ser de 6% ainda em 2021 e aumentará de forma progressiva até 2025: 6% para 2021 e 2022, 7% em 2023, 8% em 2024 e 9% em 2025.

O imposto foi criado em 1999, mas somente em 2008 – quando o tributo passou a ser efetivamente cobrado – as lideranças do turismo se juntaram para reivindicar a isenção dele. Aliás, em muitos países, com os quais o Brasil tem acordos internacionais, este imposto é considerado bitributação.

Impacto nos preços:

– Um hotel nos Estados Unidos cobra US$ 100 pela sua diária;
– Acrescente neste valor a comissão do agente (10%) + o IRRF (25%) retido direto na fonte;
– Além dos 0,38% do IOF para transferência de pagamento.

Agora, se o cliente compra diretamente do site do hotel, ele paga apenas a tarifa + o IOF cartão. O valor sai bem mais em conta, mesmo se o agente abrir mão de sua comissão. Ou seja, o IRRF torna o agenciamento um setor pouco competitivo. Por isso, a importância da redução ou até mesmo tornar a alíquota zero novamente.

 

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